segunda-feira, 18 de abril de 2011
O deprimido que há em nós...
Não consigo deixar de pensar que existe dentro de cada um de nós um ser deprimido.
Não pensem que falo para vocês deste assunto por ser entendida em tal, psicóloga formada e nem tão pouco pretendo passar a sensação que entendo do assunto. Nada disso! Como em todos os meus posts, também este é adequado a um momento de leitura onde mais nada de interessante havia para ler. Talvez um momento em que estamos num estado de diarreia mental e nada mais nos interessa além de ler este blog e ver telenovelas mexicanas ou espanholas...
O que eu quero dizer é que acho que por mais ou menos realizado que nos sintamos na vida, no que fazemos, onde vivemos, com quem estamos, há sempre mais ou menos frequente um depressivo em nós. Como é que ele se manifesta? Aí é que está a diferença entre os humanos que eu conheço. Nem sempre é da forma típica que conhecemos como sintomas de depressão. Por vezes achamos que a cerveja ou o vinho são o nosso melhor amigo, quando isso acontece aquele momento de pausa no final do dia na companhia de um destes dois é a forma do nosso depressivo se atenuar, ou se libertar. Outras pessoas transformar o deprimido que há em nós na empregada doméstica. Ao invés de nos atirarmos para cama horas a fio, andamos sempre de vassoura em punho e a polir a fruta da fruteira.
No fundo, de uma forma ou outra todos temos comportamento de deprimidos. Quando nos atiramos para cima da cama a comer gomas e a ver episódios quase sem fim de uma série... quando nos sentamos a beber um copo de vinho sozinho a olhar para o vazio, quando dançamos sozinhos na sala ao som de uma bela musica, quando saímos para caminhar quase sem destino... É o nosso ser deprimido que nos leva a isso... é a forma de ele se manter sossegado, quase como inactivo... e resulta? Às vezes... =)
Não pensem que falo para vocês deste assunto por ser entendida em tal, psicóloga formada e nem tão pouco pretendo passar a sensação que entendo do assunto. Nada disso! Como em todos os meus posts, também este é adequado a um momento de leitura onde mais nada de interessante havia para ler. Talvez um momento em que estamos num estado de diarreia mental e nada mais nos interessa além de ler este blog e ver telenovelas mexicanas ou espanholas...
O que eu quero dizer é que acho que por mais ou menos realizado que nos sintamos na vida, no que fazemos, onde vivemos, com quem estamos, há sempre mais ou menos frequente um depressivo em nós. Como é que ele se manifesta? Aí é que está a diferença entre os humanos que eu conheço. Nem sempre é da forma típica que conhecemos como sintomas de depressão. Por vezes achamos que a cerveja ou o vinho são o nosso melhor amigo, quando isso acontece aquele momento de pausa no final do dia na companhia de um destes dois é a forma do nosso depressivo se atenuar, ou se libertar. Outras pessoas transformar o deprimido que há em nós na empregada doméstica. Ao invés de nos atirarmos para cama horas a fio, andamos sempre de vassoura em punho e a polir a fruta da fruteira.
No fundo, de uma forma ou outra todos temos comportamento de deprimidos. Quando nos atiramos para cima da cama a comer gomas e a ver episódios quase sem fim de uma série... quando nos sentamos a beber um copo de vinho sozinho a olhar para o vazio, quando dançamos sozinhos na sala ao som de uma bela musica, quando saímos para caminhar quase sem destino... É o nosso ser deprimido que nos leva a isso... é a forma de ele se manter sossegado, quase como inactivo... e resulta? Às vezes... =)
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