sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Colecção de aberrações!

O meu post de hoje será bastante pequeno. É apenas para partilhar com vocês uma boa e muito ruidosa conversa que tive ontem com a A. À noite, antes de irmos dormir começámos nem sei muito bem a que propósito a falar de professores, universitários e anos lectivos anteriores... Pah que colecção! Que cromos nos sairam ao longos dos anos sem sequer haver direito a repetições! =) Depois de muitos anos a ter aulas, muitos anos mesmo... (e ainda assim continuo com a sensação que nada sei) tive professores com personalidade, tiques e comportamentos tão distintos. Ontem claro referi os casos mais "desviantes"...LOL e a conversa foi só gargalhada!!!

Um máximo!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Falando mal... ou fazendo camisolas!?

E pensar no que me haveria de dar, para ter vontade de aprender a fazer... Tricotar meus amigos! Conheço teorias (provenientes de telenovelas, séries e filmes) que tricotar é para velhas, solteiras ou alguém que necessita de compensar a falta de algo.
O meu não será nenhum desses casos e, no entanto, deu-me na cabeça! Dei uso ao facto da minha sogra saber fazer de tudo e mais alguma coisa, de ser o entretém dela durante o tempo livre e cravei-lhe assim uma lição para "tótós". Comigo teve de ser: "isto é uma agulha", "isto é lã". E eu já só pensava... Ufa, por hoje está bom! LOL. Nada disso, aprendi um dos pontos. Vim para casa com trabalhos de casa (palavras da minha sogra). No próximo jantar lá em casa ou assim (que deverá ser no próximo fds) tenho de levar o que já fiz ao longo da semana para ela ver o progresso.
Fiz logo merdoca no dia em que vim para casa com aquilo... como uma das coisas que ela ainda não me ensinou foi a remediar os erros... Eu tentando fazê-lo por mim mesma fiz ainda mais porcaria. Resultado: o cachecol parecia ter ficado irremediavelmente inutilizado. (Ah por cachecol entendam-se 4 fileiras de pontos)
No dia seguinte, depois de engolir uns pirolitos de cloro voltei a atacar o novelo de lã e acabei por me desenrascar de forma a pelo menos poder continuar a tricotar e a treinar o meu ponto. Voilá! Consegui dar seguimento à coisa... o cachecol (agora com 6 ou 7 fileiras) apenas tem um pequenino buraquinho! Depois de acabado nem se nota! LOL. Ficou prometido para quem é este. Vai para o meu cámonezinho... cheio de sangue, suor e lágrimas. O esforço que ainda faço para tricotar é tanto que deve equivaler a minhas horas a andar de bicicleta! =)
Também como o esforço (e tempo) não é muito não comecem a pedir cachecóis para o Natal porque no Natal deste ano devo ter este concluído. Outro cachecol ora... portanto... só no Natal de 2011. Uma média de um cachecol por ano... parece bem!

Eu ainda me lembro de uma outra moça que se dedicou a isto, toda entusiasmada, prometeu-me (já não me recordo exactamente o que era) e até hoje nem vê-lo... Deve ser uma pior média que a minha. Outra também fazia malas assim dumas coisas engraçadas, disse-me que era muito fácil fazer, e num instante. Pedi uma. Acham que me fez uma? Até hoje... Esta gente... Por isso mesmo não prometo cachecóis a NINGUÉM.
Agora posso realmente dedicar-me ao tricot sem que pensem que ando a falar mal de ninguém!!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Até à morte...

Como alguns de vocês, queridos leitores, comigo desde os primórdios deste blog, conhecedores da minha personalidade sabem bem que o que por aqui alvitro são sempre ideias, opiniões que são fruto da minha experiência pessoal diária ou das toxinas do meu corpo ao chegarem ao cérebro.

Este post é mais uma vez resultado de uma experiência pessoal mas que com certeza muitos de vocês estarão a acenar a cabeça em significado de concordarem comigo ao lerem este pequeno texto pois acredito que se tenha passado com vocês o mesmo diversas vezes.
Foram inúmeras as vezes em que após dizer algo (em voz alta) o meu cérebro responde de imediato "mas porque é que eu não fiquei calada?". Isto acontece-me nas mais variadas situações e a verdade é que como todas elas são distintas o erro repete-se. Mas costuma-se dizer que o que está dito, está dito e dado que em nenhuma dessas situações magoei alguém, penso que as consequências não terão sido graves. Até porque devo dizer que 99% das vezes em que isto acontece são situações apenas embaraçosas, ridículas e que chegam mesmo a ser cómicas.
Situação pior é quando deixamos de dizer algo. Já vos aconteceu de certeza ter tido a oportunidade de dizer algo e não percebem porquê mas a vossa boca não abre. Vocês ficam a pensar no assunto e a acharem se idiotas por não ter falado no momento. Os dois piores momentos nesse sentido aconteceram-me no último ano. Uma das vezes fui "insultada" e não dei resposta (e fiquei a odiar-me porque a minha boca não se abriu naquele momento) e outra mais recentemente em que era uma discussão sobre opiniões pessoais e tema bastante polémico é verdade...
A questão que me coloco é um pouco: quando é que devemos abrir a boca, quando devemos ficar calados e até onde devemos lutar pelo que dizemos? Até à morte...com a minha opinião? Devemos ficar cegos para defender um ponto de vista até à exaustão?
Eu acredito que dentro de um enorme universo de temas passíveis de opiniões distintas os assuntos que mais me provocam cólera e vontade de opinar serão os sociais ou relacionados com questões sociais e antropomórficas. A última experiência que falei era exactamente sobre isso. Eu ouvi muitos comentários maliciosos, duros, ofensivos e não me pronunciei. Achei que valia a pena dar a minha opinião (não!), achei que no entanto deveria mostrar que o meu ponto de vista era outro (sim!). No entanto, acabei por não falar nada e à noite chorei na cama! Porquê? Por ficar revoltada comigo própria. Não partilhava da opinião de todas aquelas pessoas na sala e não fui capaz de na altura dizer nada. Seria crucificada é verdade, ou quais aldeãos queimando a bruxa em plena cozinha da casa de família às direitas... Mas depois fiquei arrasada comigo mesmo. Valia a pena ter dado a minha opinião, nem que fosse para me sentir bem. Estava no típico caso de uma outra geração, com uma outra opinião, vinculada pela sociedade onde vivemos até ainda hoje e não iria mudar a opinião de ninguém mas pelo menos teria valido a pena mostrar que não pensava o mesmo.
Essa experiência aliada a tantas outras que tenho tido levam-me a questionar: até onde estamos dispostos a ir para defender um ponto de vista... O que tenho observado é que o ser humano é mesquinho. Agarra num pequeno detalhe da opinião do outro e esmiúça por ali o máximo que conseguir, fala e quer resposta mas no fundo não quer ouvir, insulta de forma dissimulada a outra pessoa, parte para ofensas pessoais... Valerá a pena defender um ponto de vista sobre... liberdade sexual por exemplo, acabando por sacrificar a liberdade de expressão de cada um? Valerá a pena discutir um assunto, "fortalecer" a ideologia de criticar e questionar as coisas sacrificando um valor moral de não agredir o próximo?! Não sei até que ponto isso valerá a pena. Por isso acho que uma discussão de ideias só vale a pena quando se expõem opiniões e factos de forma paciente, calma, racional. Quando a troca de ideias é feita sem ataques pessoais, sem mesquinhices... mas confesso que às vezes pode ser mesmo complicado evitar. E quando não se consegue evitar... então nesse caso preferia não ter tido aquela conversa.
Como exemplo positivo lembro-me sempre de uma mítica conversa no Kif sobre o que era status social, como se classificava e como isso definia alguns aspectos da nossa vida... Eramos várias pessoas e com diferentes pontos de vista, mas correu bem. Não chegámos a um consenso (se é que isso era possível ou será que seria o propósito da conversa?) mas expusemos as nossas "divergências" sem qualquer outro tipo de "divergência". Por isso vale a pena ter estas conversas... se parte para o ataque pessoal, se a conversa é manipulada pelo conhecimento que temos de "pontos fracos" da outra pessoa... epá não contem comigo!!
Discutir temas com alma e coração, partindo pedra e quem se meter à minha frente... primeiro que nada tem de ser sobre algo importante, de valor ou sobre uma pessoa que o mereça. Depois só o faço enquanto conseguir manter intactos valores que prezo muito como o respeito pelo próximo, a sua liberdade de opinião e expressão.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Quero mais horas por dia...

Isto que vou dizer não é realmente nada de novo para vocês mas eu precisa que o dia tivesse mais que 24h!!! Como é que ainda podia o Variações dizer "se é pra amanhã bem podias fazer hoje"? será que ele não tinha grande coisa para fazer naquele dia? A verdade é que não percebo como se pode dormir um montão de horas por dia e conseguir fazer tudo o que há ou que se pode ou devia fazer num dia! Hoje por exemplo eu dormi cerca de 10 horas (tendo em conta que acordei cedíssimo e não consegui voltar a adormecer até ao meu vizinho parar de fazer sexo, porque o barulho era mais que muito). DORMI 10H! Foi quase metade do meu dia embora...!!! Só as coisas que eu deixei de poder fazer por essas 2 ou 3h a mais de sono...

Eu realmente precisava de mais horas por dia...quero fazer mais coisas!!! A quem é que se manda um recrimento? Para onde se envia o formulário do pedido?!

Há tanta coisa para se fazer num dia... e montes de coisas que eu gosto de fazer ainda na parte da manhã e que depois de almoço já não apetece fazer isso... pah é uma crise!!!

Eu é que mando aqui no pedaço!!!

Pois meus leitores, aviso desde já que não sei o que irá sair deste post. Muitos deles já os tenho na cabeça antes de vir para a arena ser atirada aos leões. Este não é o caso. Apesar de não ter nada de especial para escrever apetece-me. Como o blog é meu, posso fazê-lo sem necessidade de ser aprovada por ninguém. A verdade é mesmo essa. No meu blog eu posso escrever o que me der na telha. Se me apetecesse falar da vida privada de A, B ou C, falaria. Podia até falar da vida sexual do abecedário inteiro. Afinal o que me proibia?

Quando temos um blog fazemos dele o que queremos. Escrevemos sobre os temas que quisermos. Afinal de contas de somos nós que mandamos... se são temas interessantes ou assim... isso é secundário porque se os "clientes" não estiverem satisfeitos deixam de ler ou pelo menos de comentar. (Visto por esta prespectiva o meu blog está a decair bastante. Era bastante mais comentado quando falava da minha triste e insignificante vida a tirar xixi a peixes e em que o auge da minha vida social era tomar banho e vestir-me bonita para ir ao clube de video alugar um filme... clube de video esse que infelizmente até já fechou).
Mas se as pessoas não comentam será porque não lêem sequer ou porque nada de especial ficou para dizer? Também é triste não ter feedback...

Então e quando alguém se esforça em comentar, em dar interesse, em expor o seu lado da coisa e é o próprio criador do blog que diz que ficou tudo dito... Bom, significa que não me parece que esteja propriamente interessado em que se interessem pelos temas sobre os quais escreve. Penso eu...
Há também os "donos" do seu nariz que podem escrever mal de ti e nem sequer aceitarem depois os teus comentários em tua própria defesa... também uma possibilidade. Ou ainda pior falarem mal de ti num outro blog, do qual não tens conhecimento. Isto os blogs são um mundo. Uma fonte de poder! Uaaahhhh... Como diz a minha querida E "o blog é meu eu digo o que quero".

Sobre essa mesma expressão eu podia agora alegar que por causa disso ia falar da vida privada das pessoas que conheço. Mas não... sabem porquê? só porque não sou assim... só mesmo por isso! Porque a vida privada das pessoas que me são próximas eu considero preciosa. Das pessoas que não são assim tão próximas mas que, no entanto, tenho algum conhecimento ou não são interessantes, ou tristes (não é infelizes é tristes mesmo...) e ainda assim não quero expor assim a vida das pessoas. Mesmo que pudesse.

Isto tudo porque tenho um espaço na net, que nem paguei por ele, sobre o qual tenho passe livre e que posso modular sobre a forma que quiser. Podia por aqui fotos de amigos bêbados, sem qualquer tipo de censura. Podia expor a vida pessoal de um amigo, criar intrigas, levantar falsas suspeitas, criticar decisões e discussões de amigos... fazer uma verdadeira lavagem de roupa. E o que essas pessoas podiam fazer para se defender? Nada ou praticamente nada porque sou eu que aceito comentários, sou eu a única que escreve aqui (até um pirata informático se interessar pelo meu blog claro) e afinal de contas... "o blog é meu". Sendo que um blog na realidade não é nada... é um espaço algures no ciber espaço!!! O que é maravilhoso... tenho um terreno no cemitério? um pedacinho na lua? não... tenho um pedaço de ciber espaço! LOLOL (esta será realmente a imagem de uma tótó em informática, que é o meu caso...e que não venha para aqui o meu camone informático explicar-me o que é na realidade um blog no ciber espaço! ou contestar este meu termo "ciber-espaço" porque o blog é meu e se quiser não aceito o comentário dele... Que fique claro que isto não é uma provocação dirigida a ele, é mesmo um pedido... lol)

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

desculpem a nostalgia

Epah desculpem lá a nostalgia... mas por vários motivos esta tarde fui remetida a um grande role de lembranças e estas foram tão para trás... mas tão para trás que dei comigo a ver isto... deliciem-se e depois digam-me que não sentem nem uma pitada de saudades, ou que não recordam estes momentos com grande carinho...











E o meu preferido...



E depois um mais actual mas que achei uma verdadeira pérola pela tradução: "Tá tudo em cima!"

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Para hoje...


O cardápio será: (se a cozinheira não se atrasar e tiver tempo para tudo...)
- Tostinhas com patê de delícias do mar;
- Bifes de peru com natas e sopa de cebola no forno;
- Acompanhado por batata-frita, arroz e salada (alface, cebola e tomate cereja);
- Sobremesa: super pastel de nata!

Bebidas: Vinho tinto, cerveja, coca-cola, sumos e água.

Parece bem?! LOL. E há gente em África a bronzear-se e a perder estes momentos! Pfff...

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Objectivos

Em primeiro lugar devo pedir desculpas porque este post devia ter sido escrito ontem. Infelizmente ainda não me mentalizei que o café me faz bastante mal e decidi lanchar uma bela sandes de pão caseiro com manteiga e peito de perú no forno acompanhado de um galão claro e bem quentinho, contendo claro, café! Resultado foi uma belíssima indisposição, pontadas no estômago e ficar na cama o resto do dia a agonizar e a arrepender-me do momento em que bebi o fantástico galão. Assim o assunto que tinha na cabeça só poderei expor agora... Que ainda bem que perguntam me sinto bastante melhor, apesar da decisão do leite ao pequeno-almoço não ter sido realmente a melhor.

Normalmente são estas as situações que acontecem quando uma pessoa está toda entusiasmada em fazer coisas: dar-lhe uma dor tão grande que a obriga a deitar...! Ironia do destino não?! Ontem escrevi as minhas resoluções de Ano Novo e devo dizer que apenas 11... além de não me lembrar de uma 12ª ainda achei por bem deixar uma em branco porque algo pode surgir entretanto. Até agora ninguém partilhou numa resolução de Ano Novo sua comigo... o que me leva a crer que na verdade todas as pessoas que leêm o meu blog se dividem num de dois grupos: nos que pedem os desejos e cerram bem os olhos à espera que se concretizem ou no grupo que está satisfeito na forma como leva a sua vida. Lembro-me ainda que há outra opção.... serem poucas as pessoas a lerem este blog da treta!

Enfim... o meu pensamento de ontem incidiu muito sobre a necessidade que temos de ter objectivos, metas, desafios... Precisamos de postes para a nossa baliza. Precisamos não apenas para nos guiarmos, para nos levantarmos todos os dias com um motivo mas também para no fim nos culparmos por não ter feito o que era suposto e nos sentirmos miseráveis e por oposição sentirmos realização ao concluir os objectivos.
Existem, no entanto, pessoas que acham que é fantástico não ter projectos a longo prazo... não ter uma espécie de fio condutor para a vida. Gostam da irreverência e acreditam ser possível viver desprovido de qualquer sonho. Ou então têm um sonho... mas não estabelecem pequenos desafios ou estágios para concretizar esse mesmo sonho. A verdade é que para muitos o medo de falhar é tão grande que é mais seguro nem tentar.

Este ano tenho 11 coisas para lutar! Pessoais, sociais, profissionais, económicos... se puder dividir assim... tenho objectivos em todos os campos pessoais que podem existir penso eu. No final deste ano logo se vê o que consegui! =)
Um conselho... delinem os vossos objectivos... para um mês ou dois... mais específicos ou mais abstractos tanto faz. Mas proponham-se a algo. Sintam que estão a tentar levar algo a sério! Faz bem à alma...